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O embrião da  Companhia Ocamorana de Pesquisas Teatrais surgiu em 1988, quando Márcio Boaro, Mônica Raphael e Iná Camargo Costa trabalharam na peça O Encoberto, da açoriana Natália Correia, sob direção de Alexandre Mate.

 

O núcleo, disperso após alguns anos, reuniu-se novamente em 1998, para encenar A Máquina de Somar, do dramaturgo estadunidense Elmer Rice, traduzida por Iná e Boaro. Em dois anos, a peça teve mais de 80 apresentações, consolidando o grupo, batizado com o nome tupi que significa casa de fingimento.

 

No trabalho seguinte, o coletivo contou com a participação do dramaturgo e diretor Chico de Assis, montando sua peça As Aventuras e Desventuras de Maria Malazartes Durante a Construção da Grande Pirâmide, em 2001, em ocupação do Teatro de Arena Eugênio Kusnet. O texto, escrito em 1966 e proibido pela censura, nunca havia sido encenado.

 

De lá para cá, o Ocamorana aplicou-se no desenvolvimento de uma dramaturgia própria, em pesquisa permanente dos pressupostos do teatro épico e documentário. Vieram A Guerra dos Caloteiros (2004), Ruptura – Um Processo Revolucionário (2011) e Três Movimentos (2013).

 

Ao longo de sua história, a Cia. Ocamorana estabeleceu vínculos com movimentos sociais como o MST e frentes de luta por moradia, criando um intercâmbio contínuo entre seu trabalho artístico e a militância política. Essa militância também se materializou nas lutas da própria categoria teatral – o grupo integrou frentes importantes contra a precarização das políticas públicas para as artes, como os movimentos Arte Contra a Barbárie e 27 de Março.

 

 

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Márcio Boaro, diretor

Diretor e dramaturgo da Cia. Ocamorana. É um dos fundadores do grupo, no qual escreveu e dirigiu as peças A Guerra dos Caloteiros, Ruptura – Um Processo Revolucionário, Três Movimentos e 1924 – Revolução Esquecida.

 

Mônica Raphael, atriz e produtora

Atriz formada pela Faculdade Belas Artes de São Paulo e Universidade São Judas Tadeu, é arte-educadora e bailarina flamenca. É co-fundadora da Cia. Ocamorana e foi gestora do Teatro Coletivo de 2009 a 2013. Atualmente integra o Conselho Administrativo da Cooperativa Paulista de Teatro.

Manuel Leal Boucinhas, ator

Formado na EAD/USP em 1998, atuou na Cia. São Jorge de Variedades e no Núcleo Bartolomeu de Depoimentos. Lecionou teatro em diversas instituições. Trabalhou nas peças Sabiá, com direção de Paulo Faria, e Acordei que Sonhava, com direção de Cláudia Schapira.

 

 

"Que tempos são estes, em que temos que defender o óbvio?"  Bertolt Brecht

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